PAINEL CORONAVÍRUS - COVID19 - BOM CONSELHO-PE

Casos recuperados

140

Em acompanhamento

83

Casos confirmados

235

Incidência

484,00

Óbitos confirmados

12

5,11%

Letalidade

24,71

Mortalidade x 100.000

Conceitos básicos:

 

Casos novos

Número de casos novos confirmados por COVID-19 que foram registrados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde em relação ao dia anterior.

Reflete o número de casos diagnosticados e registrados pelas secretarias de saúde, não significando a data de início dos sintomas. Para análise dos casos por data de início dos sintomas, deve-se utilizar os dados do sistema e-SUS VE e do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), para os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Hospitalizados, além dos dados provenientes dos sistemas de informação de Síndrome Gripal implantados em alguns estados.

 

Casos acumulados

Número total de casos confirmados por COVID-19 que foram registrados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde no período considerado.

 

Óbitos novos

Número de óbitos novos confirmados por COVID-19 que foram registrados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde em relação ao dia anterior.

Reflete o número de óbitos reportados pelas secretarias de saúde na data em que tiveram a confirmação laboratorial ou clínico epidemiológica. Não reflete a data de ocorrência do óbito. Para análise de óbitos por data de ocorrência, deve-se utilizar os dados registrados no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), onde devem ser notificados todos os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Hospitalizados ou óbitos por SRAG, independente de hospitalização. Também devem ser observados os registros de óbitos no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM).

 

Óbitos acumulados

Número total de óbitos confirmados por COVID-19 que foram registrados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde no período considerado.

Coeficiente de Incidência de COVID-19

 

Conceituação

Número de casos confirmados de COVID-19 por 100.000 habitantes, na população residente em determinado espaço geográfico, no período considerado.

A definição de caso confirmado de COVID-19 baseia-se em critérios adotados pelo Ministério da Saúde para orientar as ações de vigilância epidemiológica da doença em todo o país.

 

Interpretação

Estima o risco de ocorrência de casos de COVID-19 numa determinada população num período considerado.

 

Usos

Analisar variações populacionais, geográficas e temporais da distribuição dos casos confirmados de COVID-19, como parte do conjunto de ações de vigilância epidemiológica da doença.

Contribuir na avaliação dos níveis de saúde da população, prestando-se para comparações nacionais e internacionais.

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas para a o enfrentamento do COVID-19 no contexto da prevenção e controle das doenças.

Limitações

Depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica, em cada área geográfica, para detectar, notificar, investigar e realizar testes laboratoriais específicos para a confirmação diagnóstica de casos de COVID-19.

 

Fonte

Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS): Guia de Vigiläncia Epidemiológica do COVID-19.

Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde.

*População: Estimativas de 2019 utilizadas pelo TCU para determinação das cotas do FPM (sem sexo e faixa etária). Disponível em https://datasus.saude.gov.br/populacao-residente/

Método de cálculo

 

Número de casos confirmados de COVID-19 em residentes X 100.000
População* total residente no período determinado.

Coeficiente de Mortalidade por COVID-19

 

Conceituação

Número de óbitos por doenças COVID-19, por 100 mil habitantes, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

 

Interpretação

Estima o risco de morte pela COVID-19 consideradas e dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública.

Reflete também a efetividade de medidas de prevenção e controle, bem como as condições de diagnóstico e da assistência médica dispensada.

A taxa de mortalidade específica não padronizada por idade está sujeita à influência de variações na composição etária da população, o que exige cautela nas comparações entre áreas geográficas e para períodos distintos.

Usos

Analisar variações populacionais, geográficas e temporais da mortalidade por COVID-19 em segmentos populacionais, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos.

Contribuir para comparações nacionais e internacionais.

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de promoção, proteção e recuperação da saúde, concernentes à COVID-19.

 

Limitações

Requer correção da subenumeração de óbitos captados pelo sistema de informação sobre mortalidade, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Apresenta restrição de uso sempre que ocorra elevada proporção de óbitos sem assistência médica ou por causas mal definidas.

Requer análise de tendências das causas específicas que compõem o indicador, as quais seguem padrões epidemiológicos próprios e diferenciados.

 

Fonte

Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância à Saúde (SVS): Guia de vigilância Epidemiológica.

Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde

 

*População: Estimativas de 2019 utilizadas pelo TCU para determinação das cotas do FPM (sem sexo e faixa etária) Disponível em https://datasus.saude.gov.br/populacao-residente/

 

Método de cálculo

Número de óbitos confirmados de COVID-19 em residentes X 100.000
População* total residente no período determinado.

 

Taxa de Letalidade por COVID-19

Conceituação

Número de óbitos confirmados de COVID-19 em relação ao total de casos confirmados, na população residente em determinado espaço geográfico, no período considerado.

 

Interpretação

Esta taxa dá a idéia de gravidade da doença, pois indica o percentual de pessoas que morreram dentre os casos confirmados da doença.

 

Usos

Relacionar o número de óbitos por determinada causa e o número de pessoas que foram acometidas por tal doença.

Acompanhar a qualidade da assistência médica oferecida à população.

 

Limitações

Depende necessariamente do número de casos diagnosticados, que no caso do COVID-19, depende da quantidade de exames diagnósticos realizados.

 

Fonte

Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância à Saúde (SVS): Guia de vigilância Epidemiológica.

Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

 

Método de cálculo

Número de óbitos confirmados de COVID-19 em determinada área e período X 100
Número de casos confirmados de COVID-19 em determinada área e período.

 

Estimativa de casos recuperados e em acompanhamento

 

Casos recuperados

Segundo a Organização Mundial da Saúde, para os casos de COVID-19 confirmados por critério laboratorial, considera-se como recuperados aqueles que tiveram dois resultados negativos para SARS-CoV-2 com pelo menos 1 dia de intervalo. Para os casos leves, a OMS estima que tempo entre o início da infecção e a recuperação dure até 14 dias.

Como ainda há uma carência no quantitativo de testes laboratoriais disponíveis no mundo, em vários países não tem sido possível aplicar esse critério, já que o foco é identificar casos novos e isolá-los, tentando conter a transmissão.

No Brasil, o número de recuperados é estimado por um cálculo composto que leva em consideração os registros de casos e óbitos com confirmação de COVID-19, reportados pelas Secretarias Estaduais de Saúde, e o número de pacientes hospitalizados registrados no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP Gripe).

Inicialmente, são identificados os pacientes que se encontram hospitalizados por SRAG, sem registro de óbito ou alta no sistema. De forma complementar, são considerados os casos leves com início dos sintomas há mais de 14 dias, que não estão hospitalizados e que evoluíram para óbito. A estimativa de recuperados inclui o número de pacientes hospitalizados com registro de alta no SIVEP Gripe.

 

Casos em acompanhamento

São considerados como “em acompanhamento” todos os casos notificados nos últimos 14 dias pelas Secretarias Estaduais de Saúde e que não evoluíram para óbito. Além disso, dentre os casos que apresentaram SRAG e foram hospitalizados, considera-se “em acompanhamento” todos aqueles que foram internados nos últimos 14 dias e que não apresentam registro de alta ou óbito no SIVEP Gripe.