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PERFIL
HISTÓRICO DO MUNICÍPIO GERAL:
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Fundador:
Manoel da Cruz Villela
• Data da fundação: 23 de julho de 1712.
Emancipação: 03 de agosto de 1892 - Lei Provincial
n.º 52 que constituiu Município autônomo.
Seu primeiro governo municipal foi empossado à 28 de
dezembro do mesmo ano.
Origem: aniquilada à República dos Palmares,
em 1696, foi reiniciado o desenvolvimento da Sesmaria dos
Burgos, reorganizando-se as fazendas, e em seguida ocorrendo
a fundação da fazenda Capa Caça no lugar
que havia sido ocupado pelo Quilombo de Pedro Capa Caça,
chefe do grupo de escravos fugitivos do Quilombo dos Palmares
onde atualmente é a cidade de Bom Conselho.
Etnia: os fundadores Manoel da Cruz Villela e sua mulher eram
de origem judaica e portuguesa respectivamente. Havia também
no lugar africanos do grupo dos Palmares e servidores índios
e outros de nacionalidades desconhecidas que ajudaram a construir
a fazenda.
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RESUMO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO COM
ÊNFASE NUMA VISÃO DO PASSADO:
Primórdios da ocupação: o primeiro
século da colonização pernambucana
foi marcado pela pouca penetração do colono,
mais interessado em exportar o pau-brasil, de fácil
extração, porém nem sempre de remuneração
compensadora, e o açúcar produzido na área
litorânea. A penetração, por conseguinte,
somente se verificou nos séculos subsequentes, sendo
que a região agrestina apesar de intermediária
entre a mata e o sertão, somente foi colonizada após
esta última.
A administração da capitania de Pernambuco
em que pese a ordem do Rei Filipe para colonizar o interior,
não reunia condições para manter seu
ritmo de trabalho e de exportação e ao mesmo
tempo, lutar contra os invasores e povoar o interior. Organizou-se
então doações em Sesmarias a tantos
quantos fazendo valer a condição de “
herói da restauração”, as requeressem.
Também aqueles que gozassem de largo prestígio
nas elevadas rodas da capital da Colônia se prevaleciam
da posição e utilizando os argumentos de costume
- de ter gado em abundância e não ter terras
para criá-lo, chegando demagogicamente, a querer
“trabalhar “ a serviço do reino e para
o aumento de seus dízimos e renda, etc. Requeriam
verdadeiros latifúndios que eram generosamente doados.
Assim, o Desembargador e Ouvidor Geral do Brasil Cristóvão
de Burgos e Contreiras, homem sagaz, já possuidor
de vasta gleba no sertão pernambucano, requereu e
lhe foi concedida em Sesmaria uma vasta posse de terras
com 30 léguas em quadra, situada nas fronteiras da
gigantesca Sesmaria de Nicolau Aranha Pacheco (Garanhuns)
e parte do Agreste Setentrional das Alagoas.
Por ser muito grande a extensão de terra não
foi possível desenvolver um bom trabalho. Surgiram
vários sítios entre eles, as fazendas Burgo
que passou a ser denominada Nossa Senhora do Desterro e
Queimada dos Porcos, depois chamada Conceição
pois invocava a proteção de Nossa Senhora
da Conceição. Por essa época, o Quilombo
dos Palmares atingia o apogeu e nas fazes difíceis,
buscava alimentos nas fazendas, se apossando de todas as
cabeças de gado que lhe caiam nas mãos, “limpava”
os paióis e o que sobrava era destruído pelo
fogo. Desta forma, as fazendas do Desembargador também
sofreram depredações, e ainda ficaram ocupadas
por muitos anos pelos negros que na fazenda Burgo, formaram
o Quilombo da Negra Maria na Queimada dos Porcos o de Pedro
Capa Caça assim chamado por viver da caça
e da pesca. Era costume entre os caçadores castrarem
os porcos selvagens que capturavam para mais tarde recuperá-los
mais gordos e come-los, o que deu origem ao primeiro nome
da cidade de Bom Conselho. Por conseguinte, o território
municipal de Bom Conselho foi, em seus primórdios,
fazenda de criação. A partir da segunda metade
do século XVII, e no final do mesmo século
esteve sobre o domínio dos Palmarinos.
Com o falecimento de Cristóvão de Burgos a
Sesmaria volta ao estado de inatividade sendo vendida por
seus herdeiros. E foi precisamente no início do século
XVIII, época do couro que chegaram ao Brasil três
irmãos portugueses, vindos do Porto, onde até
hoje existe a família Cruz Villela. Obtivemos uma
informação preciosa da Madre Marisa Elisa,
secretária e professora do Colégio dos Santos
Anjos, que descende da família Villela de Minas,
cruzada com a família Junqueira e cujo pai, eminente
advogado pesquisou a origem da família e descobriu
que os irmãos Villela aqui chegados eram judeus,
fugidos da Santa Inquisição, e que no Brasil
se converteram ao cristianismo.
Chegaram a Salvador, capital da Colônia, se separaram
. Um deles, naturalmente atraído pelo ouro, partiu
para Minas onde constituiu uma família numerosíssima.
Outro irmão estabeleceu-se, e o que formou a família
pernambucana, Manoel da Cruz Villela, comprou de Jerônimo
de Burgos de Souza Eça, que era o procurador de sua
mulher D. Helena de Oliva e Melo, uma Sesmaria de 30 léguas
quadradas, abrangendo parte de Pernambuco e parte do atual
Estado de Alagoas. Ainda existe, na Bahia, a escritura da
Sesmaria vendida por duzentos e vinte mil réis, no
dia 26 de julho de 1712. Atingiam as terras, ao Sul em Alagoas
- Palmeira dos Índios, Tanque d’Arca, Campo
de Anadias. Em Pernambuco, ao Norte faziam divisa com o
município de Garanhuns, próximo a povoação
de Brejão de Santa Cruz. A leste dividiam o Poço
do Veado e a oeste com o município de Águas
Belas. (segundo Villela, Arthur Carlos Villela - “Raízes”).
Manoel da Cruz Villela, fixou residência na fazenda
Burgo e iniciou o desenvolvimento da propriedade com a organização
de outros sítios e arrendamento de terras. Em 1917
casou-se com D. Maria Pereira Gonçalves, filha adotiva
de um português da Vila Penedo, mudando-se para o
sítio Sambaíba com área de dez léguas
em quadra, que havia sido adquirido da Sesmaria dos Aranha,
em 1724, por trezentos mil réis e que estava situada
mais no centro dos seus domínios.
O latifúndio prosperou até 1729 quando assassinado
deixando a viúva com quatro filhos ainda crianças,
que tiveram por curador seu cunhado João Peixoto
Villela que era comissário geral. As referidas crianças
se chamava: Francisca Xavier da Cruz Villela, (que veio
a se casar com o Capitão Manoel Pinto Teixeira),
José Pereira da Cruz Villela (que se casou, possivelmente
para ficar em companhia da mãe - o que foi de muita
utilidade para a família, pois administrou muito
bem o patrimônio defendendo-o dos usurpadores), Antônio
Anselmo da Cruz Villela (que esposou Cipriana Dantas da
Costa filha do português Antônio Vaz da Costa
e D. Luíza Dantas Soares) e por fim, João
Pereira Villela (que veio a se casar com Helena Ferreira
de Melo).
Em fins de 1773 com a morte de D. Maria, foi o patrimônio
dividido entre os quatro herdeiros, cada um com a administração
do quinhão que lhe tocou.
O território da fazenda Capa Caça ficou quase
todo no quinhão de Antônio Anselmo da Cruz
Villela que faleceu em 1778, ficando a metade da fazenda
na meiação da viúva D. Cipriana Dantas
da Costa; a outra metade foi partilhada entre os filhos,
três dos quais - Manoel Bernardo da Cruz Villela,
Antônio Anselmo da Cruz Villela e o Comandante Matias
da Costa Villela. Compraram ao tio, Alferes João
Pereira Villela, um trecho de terra incluído no território
da mencionada fazenda, em 20 de setembro de 1805. Até
1816 adquiriram mais terras dos cunhados e irmãos
aumentando ainda mais seu patrimônio (registro no
segundo cartório de Garanhuns).
Em 12 de janeiro de 1782 foi doado para o patrimônio
da Capela Jesus Maria e José uma parte de terra no
Sítio Capa Caça onde a Capela foi edificada,
surgindo aos poucos o povoado Papacaça nome este
que substituiu o da fazenda de Pedro Capacaça.
A povoação crescia a olhos vistos e não
tardou a que, pela Lei n.º 45 de 12 de junho de 1837,
fosse elevada a categoria de freguesia tendo o Padre João
Clemente da Rocha como o seu primeiro Vigário.
A freguesia de Papacaça teve sua elevação
a categoria de Vila a 30 de abril de 1860, pela Lei Provincial
n.º 476 ocasião em que passou a se denominar
Bom Conselho, cuja instalação se deu no dia
06 de fevereiro de 1861.
O nome de Bom Conselho substituiu o de Papacaça quando,
devido ao crescimento populacional o missionário
Frei Caetano de Messina construiu um colégio para
recolhimento e educação de órfãs
e desvalidas. Este vasto colégio, com capacidade
para duzentas crianças, foi erguido em alvenaria,
com dois pavimentos, ladeando uma bela igreja, cuja inauguração
ocorreu no dia 24 de abril de 1853.
Em 07 de junho de 1872, a Lei Provincial n.º 1057 criou
a Comarca de Bom Conselho e Águas Belas, com sede
em Bom Conselho, tendo sido seu primeiro Juiz de Direito
o Dr. João Vieira de Araújo.
Sua emancipação somente veio a ocorrer no
dia 03 de agosto de 1892 por dispositivo da Lei n.º
52, que o constituiu município autônomo, sendo
o governo municipal empossado no dia 28 de dezembro do mesmo
ano ( data em que é comemorada a emancipação).
Apesar de ser Comarca e sede do município, Bom Conselho
ainda não estava satisfeita. Seu predicamento de
Vila lhe deixava em situação de inferioridade
frente às demais comunas, entretanto, sua elevação
à categoria de cidade, somente veio a ocorrer em
1898, por força da Lei n.º 309 no dia 07 de
julho.
Durante muitas décadas, os destinos de Bom Conselho
foram determinados pelos Villela. O Coronel Augusto Martiniano
Soares Villela era um verdadeiro ditador, fazendo Delegado,
Juiz de Paz e outros cargos, pessoas da própria família.
O povo de Bom Conselho começa a se cansar da oligarquia
dos Villelas e se articula uma oposição. Quando
em 1904, por ocasião da eleição do
Coronel José de Souza Ferraz, perde o poder o Coronel
Augusto. Divide-se o povo em partidos que tem como chefes
o Coronel Lívio Machado, Dr. Jardim e o Coronel Ferraz.
Por essa época já se juntava ao grupo político
o Coronel José Abílio de Albuquerque Ávila
conhecido por Coronel Zezé que por muitos anos foi
chefe político nessa terra, marcando fortemente o
“coronelismo”, na região. O reinado do
Coronel Zezé não termina com a sua morte.
Até hoje muitos se abrigam nas abas do seu chapéu.
Desde da fundação Bom Conselho recebeu interferência
da igreja em seu desenvolvimento. Frei Caetano deu a arrancada
para a formação e o desenvolvimento. O cônego
João Marques de Souza aqui esteve de 1888 a 1895.
Durante o governo revolucionário, o Monsenhor Joaquim
Elysio Cavalcante chegou a ser nomeado prefeito, mas foi
exonerado quinze dias depois. Entretanto, o pároco
chegado aqui em 1918, Padre Alfredo Pinto Dâmaso,
foi o maior destaque na política local. Foi um defensor
do Patrimônio indígena em Águas Belas,
município vizinho, sendo considerado pelos
“Fulni-ô” o seu maior benfeitor.
Padre Alfredo também concorreu a Prefeitura com o
Coronel Zezé tornando-se assim seu inimigo até
a morte, em 1964.
Com o Padre Alfredo Dâmaso na Paróquia, grandes
festas religiosas eram realizadas tanto na sede como nos
distritos foi ele que construiu a Ermida de Santa Terezinha,
a Pré Maternidade Mãe Sertaneja e o Abrigo
São Vicente de Paula, onde recolheu diversos idosos
abandonados pelas famílias.
Antes de falecer em 29 de junho de 1964, deu início
a construção de um hospital que foi concluído
posteriormente e inaugurado com o seu nome, prestando bons
serviços à população do município.
VILLELA (Raízes, s/d), escreve que apesar das lutas
políticas, Bom Conselho era uma cidade alegre, movimentada,
provida de um bom comércio - casas comerciais de
gêneros alimentícios, de fazendas, feiras muito
fartas, procuradas pelos habitantes de todo alto sertão.
Os comerciantes tinham bons lucros e as firmas prosperavam
como as de José de Souza Ferraz, Apolinário
e Filhos, Lívio Machado Wanderley, Isidro Vieira
de Carvalho, Elias Costa e outros menores. Nessa época
já existia a Sociedade dos Artistas onde aos domingos
havia reuniões literárias.
As festas religiosas eram animadas por bandas de música
e as festas da sociedade por bailes, retretas e desfiles
com outra.
Era a “Cavalhada” uma festa que lembrava a época
medieval introduzida naturalmente pelo o europeu, uma das
mais belas, seguindo-se dos “Quilombos” que
desde a véspera do dia de Reis, munida de bombo ou
zabumba, pratos e quatro pífanos encenavam enredos
africanos, onde apareciam negros com a sua rainha que era
raptada pelos índios numa luta simulada, no final,
saiam tocando e bebendo pelas ruas e casas comerciais onde
recolhiam grandes lucros entre as inúmeras pessoas
que assistiam.
Havia ainda a Sociedade Dramática, formada pela rapaziada
que trabalhava no comércio, alguns comerciantes como
José Carneiro Cavalcante, Lisímacho Florisbelo
Vila Nova, um dos mais influentes, Benjamim Branco e outros.
A sociedade de Bom Conselho crescia e cresciam as famílias
Miranda, Costa e muitas outras. As mais conhecidas a Tenório
e a Villela sempre juntas e sempre brigando.
Por volta de 1911, chegou em Bom Conselho, uma família
vinda de Alagoas, trazendo para cá o Pastoril, adoração
feita ao Menino Jesus com dois grupos de moças que
dançavam vestidas de azul em um “cordão”
e de vermelho em outro. Essas festas animavam o período
natalino que se estendia até o dia de Reis. Além
dessas, os grandes carnavais e as festas juninas com quadrilhas
e danças de salão, intercalavam as festas
religiosas, com procissões, novenas, barracas de
comidas e bebidas armadas por populares e estudantes dos
colégios.
O número de escolas foi se ampliando e além
do Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho surgem o
Ginásio São Geraldo, Grupo Escolar Mestre
Laurindo Seabra, Escola dos Padres Capuchinhos com estudo
vocacional, e várias outras escolas públicas.
Os estudantes movimentavam também com festas sociais
e movimentos estudantis filiados a partidos nacionais.
O primeiro registro populacional do município data
de 1890, apresentando uma população de 16.638
(dezesseis mil seiscentos e trinta e oito) habitantes.
Nos registros subsequentes nota-se um crescimento contínuo
até 1950 e a partir daí verificam-se taxas
negativas ocasionando um decréscimo no total de habitantes
de mais de vinte e três mil pessoas durante o período
de 1950 à 1980. Para explicar este comportamento
precisamos ver que a princípio o município
possuía dez Distritos e a Sede, Tais sejam: Taquarí,
Prata, Barro, Caldeirões, Iatecá, Lagoa de
São José, Rainha Isabel, Saloá, Terezinha,
Barra do Brejo e Bom Conselho, no entanto na década
de 50, os Distritos de Barro e Prata passaram a se chamar
de Saloá e Iatecá, respectivamente passando
à categoria de município, na década
de 60 e Iatecá incorporou-se a Saloá.
Atualmente temos a Sede, Bom Conselho, os Distritos de Rainha
Isabel, Barra do Brejo, Caldeirões e Lagoa de São
José. Povoados, Cachoeira do Pinto, Igreja Nova e
Logradouro dos Leões, ficando com o território
atual que mede 748,1Km2.
VOCAÇÃO
ECONÔMICA:
O fenômeno da pecuarização é
uma característica do Município de Bom Conselho,
que possui expressivo rebanho incrementando ainda mais a
parcela do produto gerado com a atividade criatória.
Inserido numa subunidade agrogeográfica do agreste
meridional, onde as combinações agrícolas
se caracterizam basicamente pelo amplo predomínio
da pecuária bovina (leiteiro), com uma densidade
aproximada de 45 (quarenta e cinco) animais por km2. O município
é constituído em um dos mais importantes centros
criatórios da microregião, vindo em seguida
os rebanhos de: ovino, suíno, eqüino e caprino.
No que se refere à produção leiteira,
ocupa posição destacada no Estado, apresentando
no entanto, uma produção instável em
função da variável climática,
que tem influído nos níveis de produtividade.
Possui um Posto de Resfriamento de Leite da Parmalat e alguns
pontos de venda de leite in-natura como também algumas
pequenas indústrias de queijo, manteiga e iogurte.
A atividade avícola municipal é significativa,
quando considerada a magnitude dos efetivos e o papel que
representa ao suprir a demanda das zonas agrestinas e sertanejas.
As atividades urbanas, principalmente as comerciais e industriais,
revelam-se atualmente, com reduzida importância no
contexto econômico global.
Na lavoura destacam-se como culturas temporárias
o algodão herbáceo, o feijão, a mandioca
e o milho. No que concerne as culturas permanentes o destaque
é para o café, a banana, a batata doce e a
manga, com destaque para implantação da apicultura
em franca expansão.
IGREJAS,
TEMPLOS, ETC.
Igrejas
Católicas:
• Igreja Matriz da Sagrada Família, fundada
em 1837;
• Capela de São Sebastião, fundada em
1910;
• Capela de Santo Antônio, fundada em 1923;
• Ermida de Santa Terezinha, fundada em 1935;
• Capela de Nossa Senhora do Bom Conselho, fundada
em 1853;
• Capela de São Francisco, s/data de fundação;
• Capela de São Vicente, fundada em 1994;
• Capela São Rafael, fundada em 1992;
• Capela Nossa Senhora de Fátima, fundada em
1992, (situadas na sede);
• Capela de São Sebastião, fundada em
1925 no Sítio Queimadas;
• Capela Santa Isabel, fundada em 1937 na Vila Rainha
Isabel;
• Capela Nossa Senhora Aparecida, s/data de fundação
no Sítio Escorrego;
• Capela Nossa Senhora Aparecida, s/data de fundação
na sede do Distrito;
• Capela de São José, s/data de fundação,
no Sítio Pilãozinho, (situadas no
Distrito de Rainha Isabel);
• Capela São Sebastião, fundada em 1923
no Sítio Caborje;
• Capela Nossa Senhora da Conceição,
fundada em 1923 no Sítio Japecanga;
• Capela de São Miguel, fundada em 1918 no
Sítio C. São Miguel;
• Capela de Nossa Senhora do Carmo, fundada em 1923
na Vila Caldeirões,
todas situadas no Distrito de Caldeirões.
• Capela de Santa Quitéria, fundada em 1837,
Sede do Povoado de Barra do
Brejo.
• Capela de Santo Antônio, fundada em 1923,
na Sede do Povoado de
Cachoeira do Pinto.
• Capela Nossa Senhora da Saúde, fundada em
1946 no Sítio Alto Frutuoso;
• Capela do Coração de Jesus, fundada
em 1938 no Sítio Flores;
• Capela de São Sebastião, fundada em
1935, no Sítio Salgadinho;
• Capela Nossa Senhora do Patrocínio, fundada
em 1948, na Vila Lagoa de
São José;
• Capela de São José, fundada em 1900
na Vila de Lagoa de São José;
• Capela Nossa Senhora da Conceição,
fundada em 1926, Povoado T. Novo;
• Capela Nossa Senhora do Carmo, fundada em 1996,
no Sítio Nossa Senhora
do Carmo, todas situadas no Distrito, Lagoa de São
José.
• Capela de São Sebastião, fundada em
1923 no Povoado de Igreja Nova;
• Capela São Francisco, s/data de fundação
no Povoado de Igreja Nova;
• Capela de São José, fundada em 1849
no Povoado Logradouro dos Leões;
• Capela Nossa Senhora das Graças, fundada
em 2000, sitio José Alexandre;
• Capela de Santo Antônio, fundada em 1991 na
Várzea Grande;
• Capela de São Pedro, fundada em 1903 no Sítio
Itapecuru, situada no
Distrito Logradouro dos Leões.
Igrejas
Evangélicas:
• Igreja Batista, fundada em 1989 na sede do Município;
• Assembléia de Deus, fundada em 1956 na sede
do Município e um núcleo
no Distrito de Rainha Isabel;
• Congregação Cristã no Brasil,
fundada em 1984 na sede do Município e um
núcleo no Sítio Chã dos Venâncios;
• Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos
Dias, fundada em 1996, sede;
• Testemunhas de Jeová, fundada em 1993 na
sede do Município;
• Igreja Presbiteriana, fundada em 1946 na sede do
Município;
• Igreja Presbiteriana Ebenezer, s/data de fundação
no Sítio Olho D’água no
Distrito Rainha Isabel;
• Igreja Universal do Reino de Deus, fundada em 1992,
sede;
Templo:
• Loja Maçônica Segredo e Caridade, fundada
em 20/02/1934 , sede;
Centro
Espírita:
- Emanuel - Rua 7 de setembro – centro, sede.
Prefeitura
de Bom Conselho - PE, Rua vidal de Negreiros, 43
Centro - CEP 55.330.000, Fax: (87) 3771 4724 Fone: (87)
3771 4706 CNPJ: 11.285.954/0001-04 E-mail prefeito@bomconselho.pe.gov.br